Adiós al "Niño"
Nesse exato momento faz zero graus aqui em Salamanca. Sorte do meu grande companheiro de viagem, o estimado Ricardo Antonio Sefton Aquino, que deve estar dormindo no avião e chegará em poucas horas no verão brasileiro.
Já estou sentindo falta do irmão. Foram mais de cinco meses nessa epopéia européia (putz, que rima podre), enfrentando algumas roubadas, mas curtindo pra caralho momentos inesquecíveis, seja em Salamanca, na Ilhas Gregas, em Veneza, Munique, Paris, Barcelona e em outros tantos lugares. Dizem que as pessoas que a gente pode contar e confiar para a vida toda se conta nos dedos da mão. Buenas, não tenho dúvida que o Rica é uma delas. Apesar de algumas diferenças, como eu ser colorado e ele gremista, ou eu ser apaixonado por cerveja e ele por chocolate, fizemos uma dupla boa. Ontem pouco antes de ele partir, estávamos conversando aquele velho papo que todo mundo que viaja um tempo diz, que volta com outra cabeça, outra visão de mundo e tal. E o pior (ou melhor) é que é a mais pura verdade. Nas palavras do Rica mesmo, o cara quando se dá conta dá imensidão do planeta, pára pra pensar nas vezes que se estressa com pequenas besteiras na sua rotina, que na verdade não tem a menor importância. Mas isso aí, sigo tocando o barco espanhol e desejo toda sorte do mundo para “El Niño”. Valeu, irmão!
Nevasca em Paris.
Na viagem com meu pai, com os macacos em Gibraltar.
Já estou sentindo falta do irmão. Foram mais de cinco meses nessa epopéia européia (putz, que rima podre), enfrentando algumas roubadas, mas curtindo pra caralho momentos inesquecíveis, seja em Salamanca, na Ilhas Gregas, em Veneza, Munique, Paris, Barcelona e em outros tantos lugares. Dizem que as pessoas que a gente pode contar e confiar para a vida toda se conta nos dedos da mão. Buenas, não tenho dúvida que o Rica é uma delas. Apesar de algumas diferenças, como eu ser colorado e ele gremista, ou eu ser apaixonado por cerveja e ele por chocolate, fizemos uma dupla boa. Ontem pouco antes de ele partir, estávamos conversando aquele velho papo que todo mundo que viaja um tempo diz, que volta com outra cabeça, outra visão de mundo e tal. E o pior (ou melhor) é que é a mais pura verdade. Nas palavras do Rica mesmo, o cara quando se dá conta dá imensidão do planeta, pára pra pensar nas vezes que se estressa com pequenas besteiras na sua rotina, que na verdade não tem a menor importância. Mas isso aí, sigo tocando o barco espanhol e desejo toda sorte do mundo para “El Niño”. Valeu, irmão!
Nevasca em Paris.
Na viagem com meu pai, com os macacos em Gibraltar.
Noite Feliz (gracias, Torto)
Com a equipe brasileira de Atletismo em Siena.
Na despedida do Rica, junto com o Canário. A festa explodiu de gente.
Greek Islands.


